NOTA 10
Um dos marcos dessa Copa do Mundo foi o grande número de jornalistas e criadores de conteúdos trabalhando principalmente graças à enorme ascensão das redes sociais. Porém, uma repórter já reconhecida pelo seu trabalho há anos chamou a atenção por um motivo diferente: a autenticidade como essência, característica que a acompanha desde o início da carreira.
Com um estilo próprio e autoral, Carol Sérvulo mostrou que o que realmente marca o público vai muito além de métricas, e sim da criação de vínculos afetivos com seus entrevistados, uma de suas marcas registradas.

Sua cobertura foi marcada pela emoção, espontaneidade e pela capacidade de criar laços verdadeiros, reafirmando um jornalismo autêntico e humano, no qual transforma qualquer matéria ou ação publicitária em uma resenha entre amigos.
Apaixonada por futebol, comunicação e pelo contato com o povo, a repórter percorreu diferentes pontos do Rio de Janeiro acompanhando torcedores, festas, ativações de marcas e histórias, simplesmente sendo ela mesma, uma marca registrada que cada vez mais a consolida como comunicadora.

Suas reportagens refletiam a paixão de quem vive o esporte e entende que as melhores histórias acontecem fora das quatro linhas.
Com reportagens e conteúdos criativos, dinâmicos e perguntas que iam da emoção à interação, conquistou, de forma genuína, quem realmente importa: o público. Simplesmente por se identificar e criar conexões com eles.
Essa relação com o futebol começou muito antes da profissão. Em um vídeo publicado em suas redes sociais, o próprio pai relembra que a levava, ainda criança, para a escolinha de futebol. Não por acaso, durante suas reportagens é comum vê-la participando de rodas de altinha, partidas de futevôlei e até jogos improvisados com os entrevistados, demonstrando que o esporte sempre fez parte da sua vida.

Durante toda a Copa, produziu reportagens diariamente, transitando com naturalidade entre crianças, idosos, famílias e torcedores de diferentes nacionalidades. Suas entrevistas transmitiram leveza e proximidade, mostrando que é possível unir entretenimento, informação e credibilidade sem abrir mão da essência.
Carol Sérvulo, sem dúvidas, tem um estilo próprio de fazer jornalismo: o de criar memórias sem deixar de lado a ética, o compromisso com a informação e o respeito pelas pessoas.

Talvez seja justamente essa autenticidade que explique por que consegue transitar com naturalidade entre diferentes torcidas, culturas e ambientes, conquistando cada vez mais o carinho e o respeito do público por onde passa. Nota 10.
